"Acima de tudo, procurem sempre sentir profundamente qualquer injustiça cometida contra qualquer pessoa em qualquer parte do mundo. É a mais bela qualidade de um revolucionário." Che Guevara (Cartas aos filhos)

sábado, 4 de setembro de 2010

Entre tentativas de golpes, Serra espera por Godot...

O post reproduzido abaixo é didático em relação aos movimentos da direita para tentar virar o jogo.
Diante da possibilidade cada vez mais concreta de se fechar a eleição presidencial brasileira no 1º turno, coroando com glórias, jamais vislumbradas pelas esquerdas brasileiras, a trajetória virtuosa e vitoriosa do maior líder das esquerdas do Ocidente - Luís Inácio Lula da Silva.
Dilma demonstra que tem luz própria, não é um poste como alguns analistas afirmavam no início da campanha eleitoral, sobreviveu à pressão exercida pelos barões midiáticos, oligarcas, historicamente pendurados nas tetas do Estado patrimonialista brasileiro.
O governo Lula iniciou um processo espetacular de inserção social, jamais visto na história da sociedade brasileira, os pobres ascendem socialmente, aparecem nas estatísticas econômicas como cidadãos, aptos ao consumo, alimentação, vestuários, lazer, educação...
As elites não aceitam que o Brasil mudou e com Dilma vai continuar mudando.
Vamos ao post.
Deu no Diário Gauche.

Um golpe está em marcha


PIG e Serra protagonizam um ardil

Tanto o candidato Serra quanto o PIG (Partido da Imprensa Golpista) precisam explicar o motivo de a candidata Dilma ou o PT, vá lá, de bisbilhotar documentos fiscais de militantes tucanos ou parentes do próprio Serra.

Que vantagem Dilma levaria neste ato aloprado?

A candidata lulista seria por acaso uma tresloucada que estaria conspirando contra a sua própria condição de líder das sondagens de opinião?

Por que uma candidatura exitosa, em ascensão crescente, vai mexer com coisas menores, até criminosas, moral e eticamente reprováveis, para obter mais vantagens sobre alguém que já se sente antecipadamente derrotado?

Vejam, não é Dilma Rousseff que está se pretendendo vitoriosa, antes da hora. É José Serra que se afunda prematuramente na mais cava depressão. Que não hesita em cometer a insanidade de jogar a própria filha no centro de um debate infame e golpista, com manifesta intenção de interditar judicialmente a adversária. A direita brasileira não quer disputar eleições, quer disputar torneios jurídicos em tapetes remotos anos-luz da vontade popular. Não foi à toa que dias atrás o candidato tucano, reunido com militares, rememorou feitos considerados notáveis pelos golpistas de 1º de abril de 1964.
O PIG está, cada vez mais, dando mostras de que um ciclo da velha imprensa brasileira está se fechando. E que a sociedade civil, o Parlamento e os movimentos sociais, bem como o futuro governo saído das urnas em 3 de outubro, precisam promover um grande debate nacional sobre o papel dos meios de comunicação no País. A consolidação da democracia brasileira, o alargamento dos seus espaços institucionais e não-institucionais, não pode mais conviver com as aberrações que assistimos todos os dias na imprensa brasileira nos seus vários suportes técnicos. Há uma viva e crua contradição antagônica entre uma democracia que se quer mais participativa, horizontal e mobilizatória, de massas mesmo, e os seus obstáculos cotidianos sustentados por empresas de comunicação - poucas, cativas de não mais que dez famílias - fixadas em valores, conceitos e interesses já há muito superados pela história passada e recente do Brasil e do mundo.
O espetáculo degradante a que estamos assistindo na presente campanha eleitoral está dando o tom e o limite do que podemos tolerar. Mais e além, seria como retroceder a um tempo em que se empastelavam jornais e gráficas porque não se concordava com a manchete do dia. Por não querermos esse retrocesso, é que urge uma completa reforma dos nossos códigos de comunicação social no Brasil. Não dá mais. Batemos no teto da nossa capacidade de tolerância.
(http://diariogauche.blogspot.com/2010/09/um-golpe-esta-em-marcha.html)

Fonte: Diário Gauche

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Deu no Diário de São Paulo:

Eleições 03/09/2010 11h04
Ironizado por tucano, Dunga afaga Lula e Dilma

PSDB cita exemplo de treinador para criticar falta de experiência de petista

Usado como exemplo pela campanha de José Serra no rádio para criticar a falta de experiência da candidata do PT Dilma Rousseff, o ex-treinador da seleção brasileira Dunga respondeu bem ao seu estilo. Em entrevista exclusiva ao DIÁRIO, Dunga rebateu a comparação feita pela campanha de Serra entre ele e Dilma. "O Serra tem experiência. É um craque para governar o Brasil. A Dilma não. É que nem o Dunga. Nunca foi técnico de nenhum time, foi para a seleção e deu no que deu", diz uma pessoa não identificada.

Comparação
"É só ver os meus resultados e comparar. Quando eu fui campeão da Copa América e da Copa das Confederações, ele me elogiou. Agora crítica. Talvez ele esteja desesperado."

Defeitos
"Eu acho que ele deveria assumir os seus defeitos para depois achar defeito nos outros."
Problemas
"São Paulo não tem problema? Alaga mais que Veneza, ônibus são incendiados todos os dias. Só o fato de São Paulo ter decidido na última hora o estádio da Copa já diz tudo. Por que ele está preocupado comigo?"

Lula
"O Lula também não tinha experiência e tem 80% de popularidade. Ele está fazendo o que os outros não fizeram em cem anos."

Dilma
"Dilma é uma mulher e pode ser a primeira mulher presidente do Brasil."

Democracia
"Quando o Brasil precisou da Dilma ela não fugiu, lutou aqui pela democracia. Alguns correram."

Política
"Para mim isso é natural (ser citado na propaganda). Se eles falassem o que deixaram de fazer seria melhor para o eleitor escolher."

Fonte: http://www.diariosp.com.br/_conteudo/2010/09/5982-ironizado+por+tucano+dunga+afaga+lula+e+dilma.html

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Crianças na gravação do Serra gritando Lula.

Essa é boa.
A equipe do programa de televisão do Serra, vai até uma escola em São Paulo para fazer umas tomadas para o horário eleitoral, e o que acontece?
As crianças são puras de coração, e de maneira espontânea elas começaram a gritar Lula Lula... Os adultos entraram em ação falando que havia falhado e era para gritar "Geraldo" e "Serra", confusas elas gritaram o que foi pedido.
Uma certeza do episódio: - "Lula" esse nome tem poder!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Estrelas e tucanos


"Por mais alto que um tucano voe, ele jamais alcançará uma estrela."

segunda-feira, 14 de junho de 2010

"Nóis pudemo fazê mais... Não fizemo, mas pudemo": Promessas tucanas!

Os tucanos podiam fazer mais pelo Brasil no tempo de FHC, e não fizeram.
Privatizaram a esperança...
O Jota ficou acompanhando num restaurante simples o discurso do Zé Serra, o candidato tucano à Presidência da República. O que me chamou a atenção, além da careca do Simão Jatene (candidato tucano a governo no Pará) que aparece brilhando na convenção dos tucanos, foi a manifestação, os comentários de pessoas do povo, até um pouco hilário... 
Após o discurso, um senhor, muito simples, puxa conversa com o outro e diz, repetindo o que o Serra disse: - Esse dotor fala "Nóis pudemo fazê mais...".
O outro em tom de deboche, dispara: - "Não fizemo, mas pudemo..."

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Arnaldo Jabor o "cara" do trabalho sujo.

O comentarista do Jornal da Globo e da Rádio CBN - Arnaldo Jabor, é o cara escalado pelos Marinhos para fazer o papel de bôbo da corte, cheio de trejeitos e com as madeixas desgrenhadas, vai destilando fel e arrostando o Presidente Lula de forma destemperada, só desesperança e pessimismo em relação ao nosso país.
Encontrei um post na blogosfera de 2007 sobre o comportamento político de Jabor. Continua atual, Jabor faz o papel sujo para a tucanalha, leiam abaixo:

"ARNALDO JABOR O MANIPULADOR
Por MIGUEL DO ROSÁRIO
Arnaldo Jabor é um hábil manipulador das palavras. Para ser um bom escritor, no entanto, é preciso caráter. Seja um escritor de ficção, seja um escritor de política. Jabor inventou uma ideologia, o lulo-sindicalismo, termo que usa e abusa como um selo criminal colado em todo problema brasileiro. Tem um bueiro vazando na Visconde de Pirajá? A culpa é do "lulo-sindicalismo". Com isso, Jabor criminaliza Lula, eleito duas vezes com mais de 60 milhões de votos, e os sindicatos, que representam a única força política capaz de se contrapor aos interesses anti-trabalhistas. Antes de Lula, dizia-se que não se podia aumentar o salário mínimo sem causar uma grande onda de desemprego. Por conta desse mito, os governos anteriores, especialmente o de Fernando Henrique Cardoso, permitiu a corrosão da renda do salário mínimo sem que Arnaldo Jabor visse nisso algum problema. Fome, salários baixos, miséria? E daí? O importante é evitar a malaise...
Para Jabor, fatores como aumento do salário mínimo, aumento do emprego formal, melhora da distribuição de renda, não significam muita coisa. Existe um grande mal no ar, uma terrível depressão, um desalento. Estamos anestesiados, diz Jabor. Impotentes. Que importa se só agora a Polícia Federal trabalha de verdade? Que importa se Lula reformou profundamente a PF, contratando milhares de novos policiais, por concurso, injetando verba e entusiasmo na instituição, que por conta disso está conseguindo realmente fazer a diferença na guerra contra a corrupção? Não importa. Não importa. Não importa. A corrupção continua aí e estamos de mãos atadas. "O governo Lula tem o álibi de ser um governo do povo", explica Jabor. "O discurso oficial ideológico é um sarapatel de idéias". Que frase feia, meu Deus. Tudo bem, continuemos. Jabor diz que o tal discurso é "cepa herdada (resistente a antibióticos) de um autoritarismo leninista, que cruzou com os germes do sindicalismo oportunista", etc, etc. Peraí, onde tem autoritarismo no discurso do governo? E o novo sindicalismo brasileiro, se tem seus defeitos, como qualquer instituição tem, ele tem o mérito de ser um dos mais modernos no mundo, com financiamentos oriundos de fundos de pensão e impostos específicos.
Jabor, assim como FHC, é uma cassandra à procura de catástrofes. O colunista do Globo "culpa" o bom estado da economia brasileira por nosso alienamento. Como as coisas estão indo bem, estamos nos deixando levar pelo lulismo, quando o certo é que nos organizássemos para combatê-lo. Que importa se as massas estão satisfeitas? Ora, as massas. As massas que se fodam! O que Jabor omite, no entanto, é que a economia brasileira não apenas vai bem, como reúne circunstâncias e fatores positivos que nunca reuniu antes: um crescimento continuado, com distribuição de renda, aumento da capacidade produtiva, ampliação da base energética, com aumento da renda do trabalhador e da oferta de emprego formal. E tudo isso combinado com sólida estabilidade macro-econômica, superávit primário e inflação baixa.
Gostaria de compreender, portanto, o que deprime tanto Jabor. Será que ele não lê o caderno de economia do próprio jornal onde escreve? A própria Miriam Leitão, sempre tão pessimista, escreveu uma coluna, no domingo passado (se não me engano), citando os reiterados elogios que o diretor do Fundo Monetário Internacional faz ao governo Lula. Não me importo com o que diz o FMI, mas a Miriam Leitão, o Globo e o Jabor deveriam se importar. Hoje o Brasil não deve mais nada ao FMI, portanto as sugestões do FMI podem voltar a ser apreciadas com serenidade, como críticas positivas ou negativas a serem ouvidas e avaliadas de acordo com sua pertinência.
Jabor fala hoje em "bolsa-cabresto", referindo-se obviamente à bolsa família, omitindo estudos de renomadas instituições nacionais e internacionais sobre a validade e eficácia da política assistencial do atual governo, que está sendo inclusive copiada para aplicação em outros países, mesmo aqueles governados por forças conservadoras.
No exterior, Lula é respeitado pelas forças conservadoras e pela esquerda. Aqui, parte de nossa imprensa insiste em sucumbir a este obscuro malaise metafísico, obsessivamente produzido e reproduzido por colunistas como Arnaldo Jabor, e que definitivamente não corresponde à realidade da maioria da população, pobres ou ricos. Talvez haja realmente algum grupo de ricaços enfarados, empoadas madames que enviam emails de amor e ódio ao ex-cineasta, o mesmo grupo que tentou se articular no Movimento Cansei, aquele cujo organizador, Jorge Doria, liderava passeatas de cãozinhos de luxo em Campos de Jordão. São os extremistas da desilusão. O Brasil pode estar com sua economia bombando, ter encontrado petróleo suficiente para mais um século, ser escolhido para Copa do Mundo 2014, comércio exterior recorde, etc, etc, mas eles estarão sempre lamentando a miséria brasileira. O Brasil descobriu o mega-campo Tupi e nenhum jornal fez caderno especial analisando as perspectivas políticas, econômicas, sociais, geopolíticas que se abrem para o Brasil. Quando morreu a Princesa Diana, aí sim, fizeram cadernos especiais e longos documentários na televisão. Nossa mídia parece ter ficado muito mais empolgada com o "Por que no te callas" do rei espanhol do que com a descoberta das novas reservas de petróleo."

Extraído dos blogs abaixo:
http://oleododiabo.blogspot.com/
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2007/11/403155.shtml

terça-feira, 18 de maio de 2010

Carlos Marighella, presente!

A única obra de Oscar Niemeyer na Bahia: A lápide da sepultura de Carlos Marighella.
Em 10 de dezembro de 2009, se passaram 30 anos do translado do corpo de Carlos Marighella para Salvador e 40 anos de sua morte em São Paulo, onde foi enterrado como indigente.
Os restos mortais de Marighella descansam no cemitério da Baixa de Quintas em Salvador.
A frase de Carlos Marighella na lápide: "Não tive tempo para ter medo".
_________________________________________________________
Carrego esse nome comigo: - Carlos Marighella.

Não tenho medo do escuro, mas deixem as luzes acesas...